Análise – Destiny 2: Beyond the Light

Análise – Destiny 2: Beyond the Light

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De certeza que muitos de vocês já jogam Destiny 2 a algum tempo, e já sabem com o que contam. Para os que ainda não jogaram, vamos fazer uma pequena análise a Destiny 2: Beyond Light, a nova expansão.

Toda a narrativa do Destiny 2: Beyond Light vai centrar-se no retorno da Darkness e as consequências disso, irá também ter um grande foco nos Fallen, uma espécie alienígena presente no título, e no seu passado e ainda vai explorar o passado de Clovis Bray, o criador da tecnologia Exo, e todo o seu legado, sendo todos estes focos da narrativa muito interligados. Esta irá desenrolar-se numa das novas localizações do título, Europa, uma pequena lua gelada de Júpiter, e ainda na Cosmodrome, uma localização terrestre já muito conhecida pelos jogadores mais veteranos.

Uma das novidades desta expansão é a introdução do Stasis e das sub-classes correspondentes para cada Guardião. Estas classes são desenhadas mais em torno de habilidades de controlo e suporte, do que propriamente dano puro, mas mais importante que isso, são bastante divertidas. Cada sub-classe distingue-se e mantém-se fiel aos princípios da sua classe principal, apresentando mecânicas e um estilo de jogo distinto de tudo o que vimos até aqui. Muitas destas habilidades giram em torno de gelo e da capacidade para congelar e quebrar inimigos. Também apreciamos o maior grau de liberdade em termos de como o jogador pode evoluir e personalizar a sua classe de Stasis.

A maior motivação para qualquer Guardião passa pela procura de armas e armaduras mais poderosas, e Beyond Light cumpre esse requisito com distinção. Os itens exóticos são excelentes, e distinguem-se de forma óbvia dos restantes itens ditos banais. Melhor ainda, independentemente do tipo de conteúdo que decidires seguir, vais sempre ter acesso a itens valiosos, embora a sorte em alguns casos continue a ser um elemento essencial para a maioria.

Em Beyond Light, podes participar em novos eventos públicos, tentar os desafios Exo, participar no novo Strike, ou seguir as linhas de missões exóticas, por exemplo. Mas o destaque é o novo raid, Deep Stone Crypt, um dos melhores de Destiny 2 em termos de design. É um raid que cumpre com tudo o que um bom raid deve ser: é desafiante sem ser injusto, acrescenta valor à história, tem excelentes recompensas, e o design geral e dos bosses é imaginativo. O facto de no fim existir uma certa liberdade de escolha no loot, ajuda a tornar a experiência bastante agradável.

A história de Beyond Light é curta, mas consegue ser a melhor que assistimos em Destiny, com cinemáticas bem conseguidas e uma história simples que pisca o olho ao que aí vem. Eramis é arrepiante e a fusão com a Darkness providencia encontros marcantes, alguns dos melhores da série. O sentimento de progresso aliado ao desenrolar da história está tão bem conseguido, que o único problema é a rapidez com que tudo termina.

O código (Steam) para esta Análise, foi cedido gentilmente pela Best Vision PR .

8.0

Author's rating

Nota final

Gostamos
  • A introdução da Darkness e de uma nova sub-classe
  • Voltar a Cosmodrome
  • A história envolvente
Não gostamos
  • História podia ser maior
  • Pode ser um pouco confuso para os jogadores que agora iniciem o jogo
Sobre o autor

Fernando Costa

É o fundador da InforGames. Começou a ter interesse pelos videojogos através do Spectrum 128k. Gosta de jogos de Estratégia, Corridas e Luta. Apesar de já ter jogado em várias consolas, o PC continua a ser a sua plataforma de eleição!

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