Um dia sem Internet no mundo custaria 43 mil milhões de dólares

Um dia sem Internet no mundo custaria 43 mil milhões de dólares

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A Internet tornou-se uma parte tão integrante da nossa vida quotidiana que muitas vezes nem sequer pensamos no quanto dependemos dela.

De acordo com os dados apresentados pela equipa do Atlas VPN, um dia sem Internet no mundo custaria 43 mil milhões de dólares. Os Estados Unidos e a China, juntos, representam quase metade desse valor, acumulando 21 mil milhões de dólares.

Os Estados Unidos, um dos países mais conectados no que respeita à utilização da Internet, enfrentariam enormes perdas de cerca de 11 mil milhões de dólares por um único dia sem acesso online. Uma interrupção do serviço provocaria a paralisação de muitas atividades económicas nos EUA.

Estima-se que a China perca cerca de 10 mil milhões de dólares, embora este valor possa subestimar o verdadeiro custo. Dada a forte dependência da China em relação à produção e exportação de bens a nível mundial, uma falha na Internet abrandaria significativamente o comércio transfronteiriço.

O Reino Unido, com os seus sólidos sectores do comércio eletrónico e dos serviços financeiros, perderia cerca de 3 mil milhões de dólares. Prevê-se que o Japão sofra cerca de 2,7 mil milhões de dólares de prejuízos, dado o papel vital que as telecomunicações avançadas e a tecnologia da Internet desempenham na sua economia.

A perda da Internet inibiria gravemente a produção e as operações comerciais da Alemanha, podendo custar 1,5 mil milhões de dólares com base na sua quota do PIB e no elevado nível de dependência da Internet nos seus sectores industriais.

O escritor de cibersegurança do Atlas VPN, Vilius Kardelis, partilha as suas ideias sobre o impacto da Internet na nossa sociedade:

“Muitas vezes não damos valor ao papel de espinha dorsal que a Internet desempenha atualmente. Um corte de energia paralisaria as atividades e sublinharia o quanto as nossas funções económicas dependem de um acesso estável à Internet. O acesso à Internet deve ser um direito humano básico e não deve ser restringido por governos ou fornecedores”.

Podes ler o artigo completo aqui.

Sobre o autor

Fernando Costa

O Fernando é o diretor do InforGames. O seu primeiro computador foi o ZX Spectrum, e foi aqui que começou a interessar-se pelo mundo dos videojogos. Apesar de já ter jogado em várias plataformas, o PC continua a ser a sua plataforma de eleição. No que diz respeito a jogos, gosta de estratégia, corridas e luta.

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